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BRASIL, Sudeste, Homem, de 15 a 19 anos



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IN MEMORIAN DE FRANCISCO PETRÔNIO

O baile da saudade está no céu...

(1923-2007)

"e partirás...

Que sejas feliz

Compreenderás o quanto eu sofri

Que quem te ame não te abandone

E te faça feliz..."

 

 



Escrito por Matheus Trunk às 15h37
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Amigos do Jovem Guarda/Brega Company, desejamos a todos vocês um feliz 2007

com mais músicas bregas e cafonas. Esse blog esteve um pouco abandonado nos

últimos tempos, mas em 2007 prometo que ele será atualizado com mais freqüência

e com mais tempo. Abraços a todos !



Escrito por Matheus Trunk às 17h48
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Brega da Semana- Odair José

Por Matheus Trunk

Intitulado na época como o “Bob Dylan da Central do Brasil”, “o cantor das putas”, “o terror das empregadas” ou mesmo como o “cantor da pílula”, Odair José foi um dos maiores cantores dos anos 70. Talvez ninguém personificou o estilo musical brega de tal maneira como ele e de músicas tão emblemáticas no gênero. Nascido em Morrinhos- GO a 16 de agosto de 1948, de família humilde Odair logo veio ao Rio de Janeiro, iniciando-se como cantor de cabarés, boates e inferninhos. Essa aproximação com o mundo marginal teria grande influência em seus trabalhos posteriores. Levado a gravadora CBS, inicia sua carreira artística em 1970 gravando compactos, já conseguindo dois anos depois o primeiro grande êxito: EU VOU TIRAR VOCÊ DESSE LUGAR, que causou furor entre os mais conservadores. A letra contava a história de um rapaz que se apaixonando por uma prostituta, a resolve tirar da zona do meretrício. Definiu a si próprio e seu estilo na música “Assim Sou Eu”: .“Uma pulseira de couro querendo ser novidade/Um cabelo tão grande/Alguém que o amor esqueceu/Assim sou eu”. Até hoje, ele continua com os longos cabelos, as camisas abertas e as correntes e pulseiras que sempre seduziram as milhões de fãs por todo território nacional.

A polêmica foi tamanha que Odair teve de mudar de gravadora, para a concorrente Polydor em que viveu sua fase de maior sucesso. Lançando em 1973 o disco “Odair José” foi o que mais vendeu da carreira do cantor com sucessos como “Deixa Essa Vergonha de Lado”, “Que Saudade de Você”, a romântica “Eu Você e A Praça” e o mega-sucesso polêmico “UMA VIDA SÓ (PARE DE TOMAR A PÍLULA)”. Censurada, a música consagrou o cantor entre as classes populares do Brasil, o transformando num ídolo de toda a sua geração. Nessa época, Odair José foi casado com a cantora Diana, mas o casamento foi extremamente conturbado, tendo terminado logo em seguida. Os anos 70 levaram o cantor outras vezes as paradas de sucesso em músicas como “A Noite Mais Linda do Mundo”, “Revista Proibida” e “Noites de Desejo”. No momento consagrador de sua carreira, cantou no Phono 73 (evento da gravadora Philips) ao lado do tropicalista Caetano Veloso

Em 1977, o cantor dá uma nova guinada em sua carreira, mudando de gravadora mais uma vez para a RCA Victor e gravando a ópera-rock “O Filho de José e Maria”, em que o cantor goiano simplesmente reconta a Bíblia e a história de Jesus Cristo por ele mesmo. O fracasso comercial foi imenso, o que levou o artista a voltar ao velho estilo romântico- cafona. Os anos 80 e 90 não foram dos melhores para ele e outros artistas de sua geração, que se viram afastados das paradas de sucesso e do mercado fonográfico nacional. Porém, de cinco anos pra cá, Odair começa a ser re-valorizado e volta freqüentar programas de TV e rádio, ganhando um disco tributo com novas versões de antigos sucessos seus. Os intérpretes são uma nova geração de artistas fãs dele como Zeca Baleiro, Pato Fu, Mundo Livre S/A, Paulo Miklos, entre outros. Em toda sua carreira, Odair vendeu cerca de quatro milhões de discos e se consagrou como um dos grandes nomes da canção cafona brasileira.



Escrito por Matheus Trunk às 00h36
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Brega da Semana- Nilton César

Por Matheus Trunk

Quando pensamos na música brasileira dos anos 70 os primeiros nomes que vem a nossa cabeça são Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil. Isso era pra quem estudava em universidade ou intelectual. Pra quem era das classes populares, o lance era ouvir cantores como Paulo Sérgio, Nelson Ned, Agnaldo Timóteo, Barros de Alencar e mesmo Nilton César.

Nascido em Ituiutaba- MG (mesma terra do grande Moacyr Franco), Nílton César iniciou sua carreira nos anos 60, cantando guarânias e boleros pela gravadora Continental. Sem grande retorno, mudou de repertório para participar do programa Jovem Guarda com músicas como “Professor Apaixonado”.

Porém, foi com após o fim do movimento que conseguiu emplacar seus grandes sucessos como: “Férias Na Índia” (1968), “A Namorada Que Sonhei (1969, até hoje seu maior êxito), “Canção do Motorista” (1971) e “Amor...Amor...Amor...” (1973). Sempre produzido e com composições do mestre Osmar Navarro, Nilton César foi um dos maiores vendedores de discos da RCA Victor nos anos 70 ao lado de Lindomar Castilho, Carmen Silva, entre outros. O sucesso foi também internacional, tendo o gravado seis discos em espanhol para o mercado da América hispânica. Sua música “Lenita”, gravada em 1966 foi a primeira canção interpretada por um brasileiro a chegar no topo das paradas argentinas.

No início, usava roupas mais discretas e um topete bem anos 60. Com o passar dos anos e os sucessos vindo, começou a usar roupas que mais definiam o galã da “década explosiva”: cabelos longos; camisas coloridas, floridas e abertas; correntes e as famosas costeletas. Hoje, já sessentão, abandonou esse estilo e as geniais costeletas também.

Nilton César continua fazendo seus shows e se apresentando com regularidade, com suas antigas e famosas canções, não somente no Brasil como no Exterior. Embora viva hoje de outra profissão, sendo dono de um posto de gasolina.

Na próxima semana, outro grande ídolo cafona !



Escrito por Matheus Trunk às 18h21
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Já está no ar a revista eletrônica de cinema e cultura alternativa

ZINGU! feita na cara e na coragem por mim, Matheus Trunk

seu editor-chefe e alguns amigos. Contamos nessa edição com

um dossiê sobre o diretor John Huston com uma análise da obra

dele. Também conta com uma entrevista exclusiva com o maior

assistente de câmera da Boca do Lixo: CONCÓRDIO MATARAZZO,

que trabalhou em mais de 25 pornochanchadas...Não perca

essa edição de novembro ! Abraços, Matheus.

O endereço da revista é o www.revistazingu.blogspot.com

Fiquem ligados: estarei atualizando esse blog mais vezes !!



Escrito por Matheus Trunk às 23h38
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Brega da Semana- Agnaldo Timóteo

Por Matheus Trunk

 

O Brasil é um terreno de grandes cantores: Orlando Dias, Noite Ilustrada, Nelson Gonçalves, Anísio Silva, entre outros. Houve um tempo que o cantor com a voz forte e potente detonava versos poéticos todo sentimento dos amores mal acabados e mal-resolvidos. A crítica embasbacada chamou esses cantores de bregas, cafonas e tudo fizeram para fazer com que fossem esquecidos. Porém, o talento deles e o reconhecimento pelas classes populares, tornaram esses artistas verdadeiros gigantes da canção brasileira. Um dos mais ilustres nessa situação é Agnaldo Timóteo.

 

Sempre intérprete de voz forte e bem colocada, Timóteo sempre se destacou  como um dos maiores nomes da canção tupiniquim romântica. Seus primeiros contatos profissionais se deram graças a cantora Ângela Maria, de quem foi motorista. De origem extremamente humilde, e natural de Caratinga-MG foi engraxate, vendedor ambulante, garçom e faxineiro.

 

Teve sua melhor fase na gravadora Odeon (atual EMI), onde fez seus grandes sucessos. O início foi grandioso em 1965 com o disco “Surge Um Astro”. No início, gravava versões de sucessos internacionais alguns até fizeram algum sucesso como “Michele” e “A Praia” (também gravada por Agnaldo Rayol). Mas o melhor momento estava pra vir: em 1967, alinhado com as novas tendências da música romântica jovem recebe de presente de Roberto Carlos a canção MEU GRITO, que se tornou seu maior êxito e ajudou a consagrar sua figura por todo território nacional. O disco que conteve essa música, intitulado “Obrigado Querida”, lançado no mesmo ano se tornou seu LP mais vendido, contendo outras músicas que se tornariam clássicos de Timóteo como: “Mamãe Estou Tão Feliz” (dedicado a sua mãe), “Os Verdes Campos da Minha Terra” e “Obrigado Querida”. Disco que consagrou o artista mineiro, que naquele momento atingiu o topo das paradas de sucesso, passando o próprio rei Roberto Carlos.

 

Naquele final dos anos 60, Timóteo era provavelmente o maior vendedor de discos da gravadora Odeon (hoje EMI, que ainda não relançou toda obra do cantor) fazendo diversos sucessos nos discos seguintes como: “Quem Será”, “Deixe-me Outro Dia, Menos Hoje”, “O Mundo Me Esqueceu”, entre outros.

 

Nos anos 70, continuando na mesma gravadora, continuaria despontando como um dos grandes nomes cafonas do período com músicas como “Os Brutos Também Amam” (1972), “Frustações” (1973), “A Galeria do Amor” e “A Noiva” (1975), “A Galeria do Amor” (1976), entre outros. É da mesma época, a famosa de discos da chamada“trilogia da noite” (como foi chamada pelo historiador Paulo César de Araújo no livro “Eu Não Sou Cachorro Não- Música Popular Cafona e Ditadura Militar) do cantor com os LPs: “A Galeria do Amor” (1975), “Perdido Na Noite” (1976) e “Eu Pecador” (1977).

 

Já na década de 80, Timóteo não tem o mesmo sucesso, ficando na EMI-Odeon até 1985. Depois se transfere a Continental, a Globo Columbia, Sony e mais atualmente vem lançando seus CDs de modo independente.

 

No começo de carreira, como mandava a moda entre os cantores românticos usava roupas extravagantes (como sempre foi sua marca) com chapéus, correntes, camisas ora formais ora informais e anéis nos dedos menores. Atualmente, como político usa terno e gravata chamativos e de cores diferentes.

 

Gigante da canção romântica e de toda sua tradição, Agnaldo Timóteo detém até hoje 40 anos de carreira artística limpa e correta. Seguindo carreira política, teve em seu público fiel os eleitores que o elegeram deputado federal e quase governador do Rio de Janeiro. Atualmente é vereador pela cidade de São Paulo, continuando dando diversos shows pelo país e estando quase semanalmente na televisão.

 

Na próxima semana, outro grande cantor brega !



Escrito por Matheus Trunk às 22h38
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Tamanho não é documento

Texto originalmente publicado na revista Melodias, A revista da mocidade – Ano XV, nº 121 – outubro de 1967



Costuma-se dizer que tamanho não é documento. Nelson Ned, mineiro de Ubá, veio provar que essa máxima é verdadeira. Suas atuações diante dos microfones e câmaras de TV colocam o público em estado de completa euforia. Sua voz, aliada à sua impressionante comunicabilidade, o transformam num gigante, diante dos olhos de seus fãs.

Na realidade, Nelson Ned tem apenas 90 cm de altura e canta desde os 5 anos de idade. Sua família, que mora ainda em Belo Horizonte, onde ele começou a carreira, gostava muito de ouvi-lo cantar “Eu sonhei que tu eras tão linda”. [ n.e. Na verdade, “Eu sonhei que tu estavas tão linda”, de Francisco Mattoso e Lamartine Babo ]

Aos 16 anos (Nelson tem agora 20 anos) tinha um programa próprio na TV Itacolomi, cujo nome era Gente, o tamanho não importa. Cantou também na Inconfidência sob a direção de Aldair Pinto e também na Rádio Guarani.

Foi para o Rio, onde continuou cultivando sinceras amizades. Apresentado à Chacrinha, Nelson Ned prosseguiu sua vitoriosa carreira. Ganhou o concurso “Um cantor por um milhão” e, quando menos se esperava, apareceu em São Paulo para apresentar-se na Discoteca do Chacrinha. Gravou para a Philips um compacto intitulado Um show de 90 cm e, atualmente, encontra-se na Chantecler onde acaba de gravar Tamanho não é documento.




N.E. Um dos grandes vendedores de discos no Brasil dos anos 1970, Nelson Ned D’Ávila Pinto – o Pequeno Gigante da Canção – também fez muito sucesso nos Estados Unidos e em países da América Latina e da África. Intérprete e compositor de boleros, identificado com a música considerada cafona, Nelson Ned atualmente é cantor evangélico.

>> A Revista Melodias cobria o mundo televisivo e musical de meados dos anos 1960 e início dos anos 70. Famosa pelas fotonovelas que produzia, a revista da mocidade teve como um de seus editores o famoso versionista jovem-guardista Fred Jorge. Neste número, a publicação trouxe em sua capa o cantor e compositor Eduardo O Bom Araújo, protagonista de uma fotonovela com Reginaldo Rossi; uma matéria com Martinha e Wanderléa, Chico Buarque, Carmen Silva e Ataulfo Alves.



Escrito por Matheus Trunk às 00h32
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Brega da Semana- Adilson Ramos

Um dos mais notáveis nomes cafonas é Adilson Ramos. Iniciando carreira no grupo Os Cometas, de rock no início dos anos 60, que chegaria a gravar um único LP. Mas Adilson logo envergaria para o terreno que despontaria como um dos grandes nomes do período: a música romântica e o bolero. Ele participou da fantástica geração de cafonas do início dos 60. São da mesma geração artista da grandeza de Altemar Dutra, Anísio Silva, Moacyr Franco, entre outros. Personificando a época o cantor se vestia na maneira da época: brilhantina no cabelo e roupas mais formais. Anos depois, ficaria com o cabelo maior, porém atualmente como a idade foi chegando o sessentão Adilson tem uma cabeleira normal e discreta. Teve grandes sucessos como “Olga”, “Ser Só Teu Eternamente”, “Em Ti Somente”, “O Relógio” e SONHAR CONTIGO, gravada em 1963, até hoje seu maior sucesso.

 

Essa música foi regravada por diversos artistas como Tim Maia, Agnaldo Timóteo, Elymar Santos, Irmãs Galvão, Miltinho e até pelo mestre Orlando Dias. Seu impacto na época era tal que era um dos maiores, senão o maior vendedor de discos da gravadora multinacional RCA Victor na época. Participando de novas formas de música, não se importou em passar pelo programa Jovem Guarda, ao lado do rei Roberto Carlos e de diversos outros artistas. Era sempre chamado e requisitado para programas de auditório da época, onde sua popularidade podia ser vista e comprovada publicamente, principalmente entre o público feminino. Em 1967, se afastou das gravações de LPs retornando somente sete anos depois. De 1977 a 1984, teve novo afastamento das gravações, porém em 1985 voltou com um novo e fantástico disco: “Adilson Ramos”. Uma música deste LP, teve tal sucesso que se tornou o segundo maior de toda carreira de Aldison. Foi uma versão feita em cima de uma música de Stevie Wonder, ficando em português como “Só Liguei Pra Dizer Que Te Amo”. O impacto foi tamanho, que até os intelectuais de plantão tiveram de reconhecer o talento e a grandeza de um artista de raízes populares como Adilson, que a música foi regravada pelo ministro tropicalista Gilberto Gil.

 

Carioca de nascimento, Adilsão mora há muitos anos em Pernambuco onde continua fazendo shows e gravando discos. Adorado pelo público, seus shows atraem multidões, sendo seu recorde em 2002 quando fez show pra 52.000 pessoas. Sua popularidade continua grande na região Nordeste, embora no Sul não tenha tamanho reconhecimento. Uma pena, afinal é um dos maiores intérpretes vivos do país e com uma das histórias artísticas das mais brilhantes em seus 15 discos gravados e 61 anos de vida.

 

Na próxima semana, outro grande cantor brega !



Escrito por Matheus Trunk às 19h49
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JOVEM-GUARDISTAS E SEUS CARROS

Erasmo e Wanderléa

 

Rosemary e Wanderley Cardoso

 

Os Incríveis

 

Eduardo Araújo

 

Arthurzinho

 

Wanderléa

 

Erasmos Carlos

 

Roberto Carlos

 

 

 

 



Escrito por Matheus Trunk às 22h22
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NELSÃO

O MELHOR DISCO JÁ FEITO NO PAÍS:

Nelson Gonçalves- Quando A Lapa Era a Lapa- 1973

Trechos do texto da contracapa assinada pelo brilhante jornalista

Antonio Chrysóstomo:

"Anos 40/50, pileques semestrais de cuba-libre, domingueiras no clube

da cidade pequena ou do subúrbio, Nélson Gonçalves celebrando a mulher

amada, o remorso do boêmio por amar a menina-família, o fruto proibido

dos samboleros, das canções de Adelino Moreira. Assim: Nélson/Adelino no

rádio ou na vitrola, o sujeito um pouco bêbado, fumando desesperadamente

os primeiros cigarros de sua vida, coração partido entre o vício das mulheres das

noites de sábado e a namoradinha de portão"

Esse é apenas um trecho da beleza e da grandeza de Nelson Gonçalves e do maior

poeta maldito e injustiçado que o Brasil já teve, Adelino Moreira.

 



Escrito por Matheus Trunk às 10h55
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CLICK NA MODA

Não sei se todos os amigos do blog sabem. Porém, eu estudo jornalismo e além disso ainda

trabalho numa revista de caminhões (chamada "Transporte Mundial"). Por isso ando sem tempo

quase nenhum para postar nesse amado e querido blog. Mesmo assim, deixo aqui o recado sobre

um trabalho em grupo que ando realizando na faculdade com um grupo de amigos. Na disciplina de

integração de assessoria de imprensa e jornalismo digital caimos com o tema moda. Aparentemente,

as meninas (maioria no grupo) gostaram. Pra mim tanto fazia, era mais um trabalho a ser feito.

Por isso, como adaptei o que não gosto ao que gosto e fiquei com o tema MODA BREGA.

Então, no blog do grupo Click Na Moda (www.clicknamoda.zip.net) é possível ver as minhas colunas

sobre cantores cafonas e seu fantástico visual. Posto semanalmente ás sextas-feiras. Essas foram

as colunas que fiz até agora:

15/-09- Moda Brega- Waldik Soriano http://clicknamoda.zip.net/arch2006-09-17_2006-09-23.html

22/09- Moda Brega- Paulo Sérgio http://clicknamoda.zip.net/arch2006-09-24_2006-09-30.html

06/10- Moda Brega- Moacyr Franco http://clicknamoda.zip.net/

Leiam e se divirtam, abraços, Matheus.

GENIAL NOVO BLOG

É com grande alegria que saúdo o novo blog Música Popular do Brasil

http://musicapopulardobrasil.blogspot.com/, do jornalista e pesquisador

Josué Ribeiro. Falando sobre artistas da grandeza de um Genival Santos, sem precisar

apelar é uma das grandes qualidades desse novo blogueiro dedicado a música jovem-

guardista cafona. Espero que gostem!

 



Escrito por Matheus Trunk às 04h13
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70 ANOS DE MOACYR FRANCO

5 de outubro de 2006: 70 anos de Moacyr Franco !

HOMENAGEM AOS

70 ANOS DE MOACYR FRANCO

Nossa pequena homenagem a esse gigante da (verdadeira) música

brasileira.

Quem com suas lindas canções animou a vida de milhões de brasileiros.

Músicas como : "Eu Te Direi Bem Mais", "Cartas Na Mesa", "Traiçoeira",

"Balada Número Sete (Mané Garrincha)", "Suave É A Noite", entre outras.

Nossos cumprimentos a esse homem que com cerca de 50 anos de vida

artística limpa, correta e íntegra se mantém como um dos maiores vendedores

de discos do país. O meu forte abraço a esse gênio da música cafona de seu fã

Matheus Trunk.



Escrito por Matheus Trunk às 12h37
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ZINGU!

ZINGU! está no ar: www.revistazingu.blogspot.com

A NOVA REVISTA ELETRÔNICA DE CINEMA ESTÁ NO AR !

É a Zingu! de Matheus Trunk: www.revistazingu.blogspot.com

edição 01 de outubro com entrevista e dossiê sobre o cineasta

Conrado Sanchez.

Colaboradores: Andrea Ormond, Marcelo Carrard, Sérgio Andrade,

Matheus Trunk, Gabriel Carneiro e Mellody Westenra.

DIGA NÃO AO JORNALISMO CULTURAL PUXA SACO E "CAHIERS DU CINEMA".

Agora é David Cardoso, Dodge Polara e "Cinema Em Close Up" !!!!!!!!!

Jornalismo cultural reacionário e macho é:

www.revistazingu.blogspot.com



Escrito por Matheus Trunk às 16h30
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dossiê paulo sérgio

 

Não Creio Em Mais Nada

(Totó)

Paulo Sérgio

Não sei o que faço, a minha vida é uma luta sem fim, me sinto
cansado o tempo todo
a procura de mim, ah dias na vida, que a gente pensa que não vai
conseguir, que é bem melhor deixar de tudo e fugir que outro
mundo tudo vai resolver.
Não sei o que faço, se volto agora ou continuo a seguir, me
sinto no espaço e ja nem
sei se vale a pela insistir, ah dias na vida que a gente pensa
que não vai conseguir,
que é bem melhor deixar de tudo e fugir, que outro mundo tudo
vai resolver.
Não creio em mais nada, ja me perdi na estrada, ja não procuro
carinho, me acostumei
na caminhada sozinho, a vida toda só pisei em espinhos ja
descobri que o meu destino e sofrer; Não creio em mais nada ja
me perdi na caminhada sozinho a vida
toda só pisei em espinhos ja descobri que meu destino é sofrer



Escrito por Matheus Trunk às 10h56
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ZIMBU!

Oi amigos,

Queria comunicar que estarei agora fazendo a minha própria revista de internet.

A ZIMBU!, cuja primeira edição estará pronta logo no dia das eleições. Uma

publicação cultural de alto nível, longe de mensalões, jabás e jabaculês da área.

Se você quiser já assegurar a sua a assinando ou querendo colaborar com a revista

deixe seu comentário aqui ou mande um e-mail para mtrunk@bol.com.br. A publicação

será gratuita, talvez bimensal e feita totalmente em word. Abraços e obrigado,

Matheus Trunk.



Escrito por Matheus Trunk às 23h14
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